A Região

A Região do Alto Tâmega (NUT III) situa-se no distrito de Vila Real, em Trás-os-Montes, faz fronteira a Norte com a região espanhola da Galiza, a Sul com o agrupamento de municípios do Vale de Douro Norte, a Este, com a Terra Fria e Terra Quente Transmontana e a Oeste, com municípios dos agrupamentos do Vale do Lima, Alto Cavado e Alto Ave. Corresponde ao território abrangido pelos Municípios de Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena.

Os municípios acima referidos constituem a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIM-AT) constituída em 2013, no seguimento da Lei n.º 75/2013 de 12 de Setembro. A CIM-AT iniciou a sua atividade no princípio de 2014 e corresponderá à classificação territorial estatística NUT III a partir de janeiro/2015. Está rodeada a Sul pela CIM Douro, a Este pela CIM Terras de Trás-os-Montes e a Oeste pelas CIM do Cávado e do Ave. No seu conjunto, a CIM-AT tem uma área de 2.922 km2 e na qual residem 94.143 habitantes (dados censos 2011).

A atividade agrícola e a agroindústria detêm um papel de grande relevo no panorama económico deste território de baixa densidade. Os recursos endógenos de destacada qualidade constituem-se como um dos fatores de diferenciação destes municípios, sendo de destacar os produtos endógenos de qualidade reconhecida, muitos dos quais com garantia de Denominação de Origem Protegida (DOP) e de Indicação Geográfica Protegida (IGP), entre os quais se destacam a carne, o mel, o azeite, a castanha, a batata, o folar, os produtos de fumeiro e os enchidos, entre outros.

A atividade turística constitui-se como outra das apostas estratégicas do Alto Tâmega, fundada numa oferta de turismo termal e de turismo em espaço rural (TER) que complementa a beleza natural da região, contextualizada por grandes áreas de interesse natural e que lhe conferem um enquadramento privilegiado em termos de biodiversidade e de riqueza paisagística.

Complementarmente, também o património cultural apresenta um papel de relevo no panorama turístico, económico e social do Alto Tâmega. São de destacar neste caso os monumentos nacionais com grande interesse turístico, distribuídos pelos seis concelhos, assim como manifestações culturais diversas como o artesanato e as tradições etnográficas.

Acessibilidades

O Alto Tâmega caracteriza-se por ser uma região com distâncias significativas entre os principais centros populacionais, com povoações geograficamente dispersas, mas de povoamento tradicionalmente concentrado. Os problemas de acessibilidade para o exterior da região foram resolvidos em larga escala pela construção dos novos eixos rodoviários (A24, A7 e ligação direta à A4). Também tem ligação direta da A24 à autoestrada A75 na Galiza que por sua vez conecta com a A52 (Autovia das Rias Baixas).

A malha interna das comunicações viárias tem melhorado, ainda que se verifique um novo aumento de utilização das vias tradicionais, em função do aumento do custo de circulação na A24. Para além do efeito da introdução das portagens, o tráfego nestas autoestradas sofreu também o efeito da atual conjuntura económico-financeira, que afeta cidadãos e empresas e que se reflete, de uma forma generalizada, na evolução dos volumes de tráfego a nível nacional.

 

como chegar ao AT

 As ligações rodoviárias, através das autoestradas permitem ainda a ligação direta a outras infraestruturas de transportes relevantes no Norte de Portugal (Porto de Leixões e Aeroporto de Sá Carneiro) e Galiza (Porto de Vigo, Aeroporto de Vigo e Santiago de Compostela), num raio de distância de 200 km.

Aeroportos

Aeroporto Sá Carneiro (Porto) – 148 km (1h50 pela A24)

Aeroporto de Lisboa – 432 km (4h46 pela IP3) 461 km (5h00 pela A17 e A8)

Aeroporto de Vigo – 190 km (2h12 pela A52)

Aeroporto de Santiago de Compostela – 204 km (2h17 pela A-52 e AP-53)

Aeroporto de Madrid – 463km (4h54 pela A-75)

 

Google Maps

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